segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Sucos e chá gelados DESINTOXICAÇÃO E EMAGRECIMENTO COM SAÚDE




 


Suco Energia

Suco de goiaba (Vitm C) batido com quinua (zinco) e amaranto (ferro)
2 polpas de goiaba
2 colh de chá de quinua em flocos
Água
Bata tudo no liquidificador e sirva gelado.








Suco Bem Estar



Suco de cenoura (vitm A) batido com castanha de caju (ferro)

1 cenoura
1 beterraba
10 unidades de castanhas de caju
Água
Bata tudo no liquidificador e sirva gelado.


 


Shake de Abacate

Ingredientes:
1 copo de leite de soja light
2 colh de sopa de abacate
2 castanhas do pará
1 colh de sobremesa de amaranto
Modo de Preparo:
Bata tudo no liquidificador e beba gelado




Boa opção também para o verão são os ... 

CHÁS GELADOS!!

Xô gordura 

Unha de gato + hibiscus + chá de bugre
Modo de Preparo: fazer uma infusão por 5 min (deixar na água quente), 1 colh de sopa de cada para cada 1 litro de água. Coe e tome quente ou gelado por até 12 horas. Adoce com canela.
 


Xô inchaço 

Chá branco + hibiscus + cavalinha
Modo de Preparo: fazer uma infusão por 5 min (deixar na água quente), 1 colh de sopa de cada para cada 1 litro de água. Coe e tome quente ou gelado por até 12 horas. Adoce com canela.
Fonte: http://nutricionistafernanda.blogspot.com.br/

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Alunos de Trombudo Central expõem trabalhos sobre Alimentação Saudável




Alunos do 5º ano do Centro de Educação Básica Eginolf Bell, em Trombudo Central, mostram durante toda a semana, que aprenderam o que é uma alimentação saudável. Após trabalharem o tema em sala de aula com a professora Mariany Uhlendorf e a nutricionista Joelma Pasqualli Paganini, eles desenharam, escreveram e expõem até sexta-feira (23/11), os trabalhos na Prefeitura.

O resultado mostra, segundo a nutricionista, que a aplicação do tema foi positiva. “Eles já haviam trabalhado bastante com a professora Mariany, depois ela me pediu para complementar com outras atividades. Estive lá com eles e fiz diversas demonstrações sobre as porções de comida, onde eles aprenderam a combinar os alimentos. Também montamos sanduíches, falamos sobre a importância do café da manhã, hábitos saudáveis, entre outros assuntos. Fiquei muito feliz, pois pela exposição percebemos que eles compreenderam exatamente a proposta”, destacou Joelma.

Fonte: CONECTE MÍDIA - COMUNICAÇÃO DE RESULTADO







quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Minha visão sobre o PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar)



Sabe aquela pessoa polêmica? Aquela que quer o certo, que exige o correto, que irrita por cobrar das pessoas que cumpram o que falam? Humm me viram nesta descrição né??? Pois bem, Sou conhecida pelas minhas polêmicas, por querer o correto, e hoje resolvi dar minha opinião sobre o PNAE tenho orgulho em ser RT em minha cidade do PNAE que é  considerado um dos maiores programas na área de alimentação escolar no mundo e é o único com atendimento universalizado. 
O  PNAE nos traz uma série de Leis e  Recomendações, dentre elas:
·  - Precisamos oferecer as crianças/alunos do regime parcial 3 refeições salgadas a base de ferro e duas a base de cálcio na semana.
- 3 porções de frutas ou verduras que pode ser duas de frutas e 1 de verdura, ou vice versa, ou 3 de frutas, ou 3 de verduras, a Lei não especifica.
- A alimentação tem que ser adequada, equilibrada, respeitando os costumes e os hábitos regionais.
- 30% da quantidade de alimentos adquirida pelo PNAE deve ser adquirido da Agricultura Familiar.
- É recomendado que seja oferecido no dia: uma fonte de proteínas, uma de carboidratos, uma de lipídios, vitaminas e sais minerais.
- Indicado a servir peixe na Alimentação Escolar, dentre outras recomendações ou Leis.

Bem, vamos ao que interessa:

Atualmente, o valor repassado pela União a estados e municípios por dia letivo para cada aluno é definido de acordo com a etapa de ensino:
Creches – R$ 1
Pré-escola – R$ 0,50
Escolas indígenas e quilombolas – R$ 0,60
Ensino fundamental, médio e educação de jovens e adultos – R$ 0,30
Ensino integral (Mais Educação) – R$ 0,90

Claro que isso é só o valor do PNAE, depois vem a contra partida da Entidade Executora.

Bem, vamos a alguns tópicos a serem observados por mim:

·        Quanto a  indicação do peixe, se eu comprar peixe em minha cidade (só tem um agricultor que está legalizando a documentação para a venda pro PNAE) que custa R$ 15,00 ao KG e servir 50 gramas cada aluno, já dá R$ 0,75 per capta. No caso, eu serviria só o peixe, sem um complemento, uma fruta, uma verdura??? Pensem no valor que eu iria gastar nesse dia??? Concordo que o peixe é importante, mas creio que o valor enviado pelo PNAE deveria colaborar para tal. Talvez em cidades litorâneas, ou com comunidades pesqueiras, o preço seja melhor. Assim como eu tenho facilidade em compra de frutas e verduras.

·       A aquisição da Agricultura Familiar! Nossa foi maravilhoso essa Lei, mas lembrando que tem que ter DAP e que o Agricultor tem que estar com o CPF limpo, ou seja, se o Agricultor por algum motivo tá devendo pro banco ou sei lá, que poderia ver na venda para Merenda Escolar uma ajuda para se recuperar, não pode, por que um dos quesitos é que tenha o nome limpo.

·       A e o cardápio que tem que calcular??? Bem que o PNAE poderia criar um programa para calcular os cardápios e enviar para as Prefeituras, ou enviar o dinheiro para que possamos comprar algum Programa, por que quem pede isso, não deve saber o que é trabalhar 20 horas semanais, ter 11 Centros de Educação, com cardápios diferenciados, atingindo as necessidades de cada local, e ter que calcular os cardápios, me desculpem, mas ou eu faço todo o trabalho que tenho que fazer ou calculo cardápios, os dois não dá!

·       Temos alguns órgãos que seriam para colaborar com as Nutricionistas. Gente, cadê as formações??? Cadê os treinamentos. Não queremos um treinamento a cada 3 ou 4 ou 5 ou 6 anos com uma organização Bombástica, com Coffee Breaks maravilhosos, e diversos palestrantes com 5 minutos de vez cada um. Queremos sim treinamentos ao menos 1 dia no ano, para as Nutricionistas das Regiões onde a gente possa sentar e dizer: minhas dificuldades são essas, me ajuda? Na região do Alto Vale do Itajaí, estamos organizando o colegiado de nutricionistas, e não foi com apoio de ninguém não, sentimos a necessidade devido as nossas dificuldades e estamos tendo o apoio da AMAVI para tal. No início do ano, dei esta ideia, ao CECANE, recebi a resposta que iriam analisar a ideia e continua na analise.

·       Mas voltando ao PNAE, eu entendo que é mínimo o que está sendo feito, nada mais do que o dever. E quem deve levar a fama no Programa, somos nós Nutricionistas, que damos a cara pra bater, que fazemos milagres com a verba que vem, e que explicamos ao nossos Prefeitos, que nem sempre compreendem com facilidade a necessidade de uma boa contrapartida, para que possamos oferecer uma Merenda Escolar descente. Ou que nem sempre possa dar uma contrapartida tão grande. Aff é muita exigência pra pouco apoio e pra pouca verba.

·       E as Nutricionistas novas na Merenda Escolar, quem que orienta??? Nós colegas de outros municípios, por que não existe um Programa de treinamento pra tal. Por que não tem um treinamento seja a nível de CECANE, seja a nível de PNAE, ao menos 1 vez ao mês, para as Nutricionistas que estão iniciando no Programa. Povo querido, vamos olhar o lado das Nutricionistas e dos municípios e não somente o que o povo internacional vê do PNAE. Se eles vem tanto, é por que nós estamos atrás disso.

Aff  pronto, digitei o que tava a tempo na ponta dos dedos. Sei que alguns vão amar, outros não, mas quem digita o que quer, pode ler o que não quer e a partir do momento que resolvi digitar sei das consequências do que posso receber, ou ler, mas ficaria feliz se isso chegasse ao FNDE e uma equipe de Nutricionistas fosse convidadas para dar sua opinião, incluindo eu, claro.

E depois de tudo o que nós Nutricionistas fazemos, quero só lembrar qual foi o carinho que recebemos dia da Nutricionista. Estou até hoje esperando a resposta de qual foi a intenção ao dizer: indiferente, não gostei, detestei!

Lembrando, não sou contra o PNAE, amo o que faço, sou contra tantas exigências para pouco apoio e pouco dinheiro.

Sei que gestores da organização que postaram o cartão a seguir, vão ler esta postagem, sendo assim, por favor, vocês tem meu email, to no aguardo.



Abraços a todos, com carinho, Joelma Pasqualli Paganini

Nutricionista/CRN 10 - 0594





Ação contra a fome




O secretário para Segurança Alimentar do Departamento de Estado dos EUA, Jonathan Shrier, esteve no Brasil para discutir formas de cooperação entre os dois países no combate à fome no mundo. Shrier espera utilizar o modelo do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) em países como Moçambique.

A iniciativa é parte de uma cooperação entre o governo americano, por meio da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e o governo brasileiro, representado pela Agência Brasileira de Cooperação (ABC). O objetivo da parceria é promover estratégias para o desenvolvimento da agricultura e a melhoria da alimentação escolar em Moçambique. Para Shrier, o Brasil é referência mundial no campo de desenvolvimento agrário e segurança alimentar. “O Brasil é um centro de excelência em tecnologia agrícola e há muito que podemos aprender sobre formas de aumentar a produção e como fazer melhor uso dela.”

Em visita ao Jardim de Infância 304 Norte, no último dia 26, Shrier teve a oportunidade de conhecer a aplicação do PNAE, que investe pelo menos 30% de recursos do programa na compra de produtos de agricultores familiares. O secretário acredita que, ao unir educação à alimentação, o exemplo brasileiro pode ser bem-sucedido em outros países em desenvolvimento. “A escola assegura que as crianças tenham acesso a refeições diárias, fazendo com que cresçam saudáveis e aprendam melhor. Assim, terão capacidade de ajudar a comunidade e contribuir para o crescimento econômico do país. Esse é o tipo de resultado que procuramos nos nossos esforços de segurança alimentar”, afirma o especialista. Além de Moçambique, a cooperação será expandida para Haiti e Honduras.

A coordenadora-geral do PNAE, Albaneide Peixinho, explica que o Brasil passou por uma situação similar à da África nos anos 1950, quando o programa foi criado. “Temos experiência para mostrar o que pode ser feito para que os países saiam da dependência de organismos internacionais e possam ter seu desenvolvimento local, investindo em programas de alimentação escolar”, disse, lembrando que, hoje, o PNAE oferece alimentação desde a creche até o ensino médio.

Em uma das pontas do programa estão pessoas como Lúcio Pereira da Silva. Ele é o vice-presidente da Cooperativa Agropecuária de São Sebastião, formada por 131 agricultores, que fornece derivados do leite, como iogurte, achocolatado e manteiga, a 50 escolas do Distrito Federal. Silva destaca a importância do programa no estímulo à produção local. “O pagamento é garantido e ainda há o incentivo de 10% pela qualidade do produto.”

Duas perguntas para Jonathan Shrier, secretário para Segurança Alimentar do Departamento de Estado dos EUA Por que o Brasil foi escolhido para essa cooperação? O Brasil tem muito a oferecer no campo de segurança alimentar e desenvolvimento agrário. No ano passado, o (ex) presidente Lula recebeu o reconhecimento do World Food Prize pelo Programa Fome Zero, que conseguiu reduzir a fome e a pobreza extrema no Brasil. Além disso, o país é um dos principais centros de pesquisa e agricultura do mundo.


Ao erradicar a fome, como garantir uma alimentação de qualidade à população? O que vemos em muitos países é que eles saem da pobreza e começam a desenvolver certos tipos de doenças que enfrentamos nos Estados Unidos, como enfermidades cardíacas e diabetes, relacionadas à obesidade. Por isso, pensar em uma nutrição adequada é importante. Há milhões de pessoas do mundo que não têm comida o suficiente, mas, além de garantir o alimento, temos que nos certificar de que a alimentação fornece todos os nutrientes necessários para um estilo de vida ativo e saudável.

Fonte: Informe PNAE

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Cardápios da Alimentação Escolar Curiosidade (Parte 2): Os alimentos mais ofertados nos cardápios da merenda escolar em todas as regiões do Brasil “Prêmio Gestor Eficiente da Merenda Escolar 2012”


Deixando claro que o texto foi tirado do site do Ação  Fome Zero, no final, depois da fonte, deixarei minha opinião, Joelma.



Data: 13/11/2012 Fonte: Sineide Santos - AFZ 

​Dando continuidade a nossa série, listamos abaixo os alimentos que apareceram com maior frequência nos cardápios analisados.

- Arroz e feijão: Por ser uma combinação tipicamente brasileira e por formarem um casamento proteico perfeito – o que falta em um, o outro complementa –, o arroz e o feijão aparecem pelo menos uma vez por semana na maioria dos cardápios.
- Banana: A banana é fruta campeã dos cardápios. Considerado o quarto produto mais produzido no mundo, a banana é de fácil aceitação e manipulação. Além disso, é um elemento de baixo custo.
- Batata: Além de ser uma fonte importante de amido, a batata é um alimento de maior durabilidade e de grande aceitação, o que explica sua oferta recorrente.
- Abóbora ou jerimum: A abóbora ou o jerimum, designação que varia conforme a região do País, é um alimento disponível em todas as épocas do ano, pode ser preparado e consumido de diversas maneiras e agrada o paladar da maioria da população. Por isso, sua presença nos cardápios da alimentação escolar é constante.
- Mandioca: Também conhecida como aipim ou macaxeira, a depender da região, a mandioca foi cultivada por várias nações indígenas. Por isso, em muitos casos, ela é a base da dieta desses povos, o que pode explicar sua oferta frequente nos cardápios da alimentação escolar indígena.
- Farinha de mandioca: A farinha de mandioca aparece com bastante recorrência nos cardápios da alimentação escolar quilombola. Além de ser um dos ingredientes preferidos das comunidades, fornece boa quantidade de calorias.
- Chuchu: Apesar de ser uma hortaliça de origem mexicana, o Brasil é o maior produto do mundo de chuchu, o que pode explicar sua grande oferta nos cardápios. Além disso, é um alimento que oferece boa fonte de fibras.
- Repolho: O repolho é a hortaliça campeã da alimentação escolar, aparecendo nos cardápios enviados por todas as regiões do País. É um alimento encontrado em todos os meses do ano, de fácil armazenamento e de maior durabilidade. O baixo custo é outro ponto que pesa a seu favor.
- Couve: Da mesma família do repolho e rica em ferro e fibras, a couve é um alimento de baixo custo que pode ser utilizado de várias formas. Nos cardápios, o suco de couve aparece de forma bastante representativa.
- Pepino: Alimento popular entre os brasileiros, o pepino faz bem para a saúde, pois possui sais minerais e vitamina A, e pode ser preparado de diversas formas. Isso talvez explique sua oferta em pelo menos 60% dos cardápios da alimentação escolar.
- Extrato de tomate: Por ser utilizado como tempero, o extrato de tomate é a iguaria recorde nos cardápios de Norte a Sul do País. É válido destacar que o extrato de tomate é um ingrediente benéfico, pois é sabido que o tomate é o único alimento que depois de cozido absorve mais os nutrientes.
- Achocolatado: O achocolatado aparece em pelos menos 90% dos cardápios de prefeituras que, além da refeição principal, fornecem uma alimentação complementar para seus alunos. Além de ser um item da preferência das crianças, o achocolatado é uma maneira de ofertar o leite, aumentando sua aceitação.
- Doces: O oferecimento de doces ocorre principalmente na Região Sul.  Essa constatação pode ser justificada pelo fato de a região ter herdado e adaptado hábitos alimentares da Europa, especialmente da Itália.
- Alimentos funcionais: Os cardápios da região Sul costumam conter alimentos classificados como “funcionais”, tais como linhaça, aveia e gergelim. Os alimentos funcionais caracterizam-se por oferecer, além do valor nutritivo inerente à sua composição química, vários benefícios à saúde, podendo desempenhar um papel potencialmente benéfico na redução do risco de doenças crônicas degenerativas.
- Ovo cozido: Consumido pela maioria das pessoas do mundo, o ovo cozido é um dos alimentos mais estudados nos últimos anos, tendo passado do status de “vilão” para o de “mocinho”. Hoje, estudos mostram que o ovo cozido tem baixo teor calórico e é uma boa fonte de proteína. Além disso, a gema possui vários nutrientes, como vitamina A, zinco, ferro e selênio, que ajudam a equilibrar o organismo. Vale lembrar que o ovo pode substituir a proteína proveniente da carne vermelha e branca.
- Carne moída: Alimento comum no prato dos brasileiros e de significativa representação nos cardápios da alimentação escolar, a carne moída pode ser usada de diferentes maneiras, tem bom rendimento e alta aceitação. É uma forma simples e prática de ofertar a proteína animal, tão importante para o organismo.
- Peixe: Apesar de não estar entre os campeões, a oferta de peixe na alimentação escolar – com destaque para a sardinha e para a tilápia - tem aumentado, tendo aparecido em pelos 40% dos cardápios. Seu baixo consumo pode ser justificado pelo preço elevado e por não ser um hábito brasileiro.
- Salsicha: Item de grande aceitação, a salsicha é um alimento industrializado com alta concentração de sódio, preço baixo e alto rendimento (uma pequena quantidade alimenta várias pessoas). Essas características provavelmente explicam seu fornecimento em grande escala.
- Bolo de fubá: O bolo de fubá aparece de forma bem representativa nos cardápios quilombolas. O milho é um alimento conhecido dessa cultura, o que pode justificar a numerosa oferta dessa preparação.
- Tapioca e biju: A tapioca, também conhecida como goma de tapioca, é uma iguaria tipicamente brasileira. De origem indígena, é extraída da mandioca. É o ingrediente básico do biju, preparação campeã dos cardápios indígenas.
Os alimentos “campeões” nos cardápios da merenda escolar são reflexos do prato típico brasileiro com grande destaque para o “casamento perfeito” a combinação do feijão com arroz é perfeita, pois ambos fornecem os aminoácidos que auxiliam nosso corpo a formar suas próprias proteínas (músculos, pele, cabelos, unhas, ossos, cicatrização). Tudo isso porque os aminoácidos deficientes no feijão são justamente os que estão presentes no arroz. O arroz é pobre no aminoácido lisina, presente no feijão. Este por sua vez, não possui o aminoácido essencial metionina, abundante no arroz. Por este motivo, a mescla proteica, resultante de um prato de arroz e feijão, apresenta um valor biológico.


Opinião da Joelma:

Eu li todo o texto hoje, e discordo de duas opiniões do Ação

Fome Zero. Uma é onde se fala do Extrato de tomate, entre 

os benefícios e os malefícios, eu prefiro entender que ele é 

rico em sódio, gorduras, dentre outros, e entendo ele como 

mais pra ruim do que de bom, sendo assim uso colorau, 

também conhecido como Urucum. E onde fala das salsichas, 

está escrito no texto: Item de grande aceitação, a salsicha é 

um alimento industrializado com alta concentração de sódio, 

preço baixo e alto rendimento (uma pequena quantidade 

alimenta várias pessoas). Essas características 

provavelmente explicam seu fornecimento em grande escala.

 Com certeza, não utilizamos pela alta concentração de sódio 

(foi o que deu a entender e sabemos o quanto é prejudicial) 

e no meu caso nem é pelo preço ou rendimento e sim pra 

agradar mesmo, pois considero a alimentação escolar de 

meu município tão variado, e tão saudável, que não vejo mal 

algum uma vez ao mês servir cachorro quente, pois não 

utilizo nem caldos industrializados, nem extrato de tomate, 

somente temperos caseiros (cebola, alho, cheiro verde, 

colorau) e acompanha frutas e café com leite. Não há mal 

uma segunda = feira por mês eu servir cachorro quente, 

sendo que duas segundas-feiras no mês tem sanduíche 

natural e uma tem pão com doce. Abraços e um ótimo 

feriado. Joelma Pasqualli Paganini


Vaga para Técnico em Enfermagem


No Hospital Samária em Rio do Sul
Fone do Hospital: (47) 3521-0304

Processo Seletivo para Merendeira na Prefeitura de Trombudo Central - SC


Nº 009/2012 - PROCESSO SELETIVO - CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA DE MERENDEIRAS/FAXINEIRAS.






Eidtais no link: http://www.trombudocentral.sc.gov.br/conteudo/?item=10311&fa=4